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sábado, 18 de fevereiro de 2012

Epa, mostro-vos agora umas fotos soltas de momentos e locais por aqui...

Praia do Hotel Terminus (Lobito)
Ana, esta é para ti... ;)

Praia do Hotel Terminus, também

Se tivesse carro era para aqui que ia agora... :)


O páteo/corredor da casa da empresa que me convidou


Uma das árvores...

E este é o fruto!

Para quem gosta de abacate, aqui basta-me ir ao quintal daqui para fazer um batido espectacular!!













No mesmo dia, fomos para o Kuíto (província do Bié), onde no dia seguinte tínhamos um encontro com o director provincial. Epá, dormi talvez num dos piores hotéis/pensões de sempre (para quem esteve no "Villas Rubias", este é bem melhor mas...) de um tuga, em que as paredes eram de betão, mas o tecto era de pladur. Resumindo, eu estava a dormir num quarto entre dois quartos de 2 gajos romenos, ou lá o que era, que conversavam, de quarto para quarto, através do tecto, por incrível que pareça... :) Conseguem imaginar? Deixo-vos umas fotos do Hotel e também uma das minhas obcessões de momento: NUNCA SER PICADO POR UM MOSQUITO!!!! :)

Solução para um sono "seguro" (no Bié)

Corredor do Hotel (olhem para o tecto...)


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Amigos, no âmbito deste convite que me foi feito para vir cá, estive em contactos comerciais com algumas províncias, que consistiu mais numa "operação de charme". No total são oito províncias: Benguela (onde estou alojado a convite), Huambo, Bié, Moxico, Kuando Kubango, Cunene, Namibe e Huíla. Desculpem lá, mas ao escrevê-las também me ajuda a fixar... :) As últimas 2 semanas (com esta a "descansar" em Benguela) foi sempre a viajar. Eu estou a falar de viagens diárias no mínimo de 6 horas, ok? Ou seja, é o mesmo que ir de Lx a Trás-os-Montes e ainda sobra. Todos os dias... Pois bem, deixo-vos mais umas imagens, agora das viagens e alguns pontos interessantes, mas a maior parte é de viagens.

Não fosse o vidro sujo do carro e o próprio carro em si tinha aqui a primeira foto digna de um Imbondeiro

A Igreja del popolo (em Benguela)


Casa do Savimbi no Huambo (vestígios da guerra)

Nesta foto (em baixo), dá para perceber as marcas da guerra também. Pelo menos três pisos destruídos... Não fiz zoom, mas numa das varandas ao lado (com parabólica, claro!) estava uma pessoa à janela tranquilamente. As pessoas acostumam-se, ajustam-se à realidade que têm e são felizes assim. É uma ideia que tenho vindo a cimentar com os testemunhos a que assisto diariamente.Todos nós temos muito que aprender na vida. Eu estou só a começar...
Fachada de prédio destruída (Huambo)

Casa do Huambo (Arquitectura clássica Portuguesa)












domingo, 12 de fevereiro de 2012

Depois de uma primeira semana de estada em Angola (convidado por uma empresa de cá) e de reconhecimento, juntei-me a uns amigos para um fim-de-semana de camping na Praia da Lua. Basta verem as fotos que vos deixo aqui.
A caminho da Praia da Lua

Ruínas na Praia da Lua


A Praia da Lua

A aldeia local 

O nosso acampamento


Pescadores locais

O churrasco

A fogueira

O nascer do sol

Alguns habitantes locais

Só vos consigo dizer...valeu a pena!








sábado, 11 de fevereiro de 2012

Continuámos a viagem até de noite e finalmente cheguei a Benguela. A primeira imagem que me veio à cabeça foi das ruas de Vila Nova de Mil Fontes, em Portugal. Pareceu-me tudo muito convidativo, arrumado e, por incrível que pareça, limpo e organizado. Tinha estado em Luanda nas noites anteriores e de facto senti que tinha entrado noutro mundo. Benguela é de facto 100.000.000 de vezes melhor que Luanda!! :)  Aqui vos deixo algumas imagens da minha nova terra.














Largo perto do meu escritório












Avenida Fausto Frazão (acho que é)

Finalmente eu....junto ao "Solar dos Leões" (tinha de ser né?)









O escritório









A praia da cidade (Praia Morena)

Mais uma noite mal dormida, acordei na segunda-feira 30 de Janeiro pronto para iniciar a jornada Benguela. Eu e a Inês (minha chefe) metemo-nos ao caminho e passámos por vários pontos de registo obrigatório.

A caminho de Benguela (algures perto do Cabuledo)

Camiões na berma da estrada (depois dos acidentes ficam lá. NUNCA são retirados do local)

A caminho de Benguela (também)

 
Vestígios de uma guerra ainda recente

Imagens habituais


Casa de aldeia (muito típicas por aqui)










Uma tentativa de apanhar o primeiro pôr-do-sol

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

No dia seguinte, depois de uma noite mal dormida (estranhei o chão), fui com o Ramos fazer jogging para a ilha de Luanda, ao som de uma aula de aeróbica e com a TPA (televisão de Angola) a fazer reportagens. Foi fixe, mas não há fotos disso. Só esta...que não tem nada a ver :)








Eu na sala do Ramos e Leonor





A minha chegada a casa do Ramos
Depois de aterrar fui para casa do Ramos e, tal como previa, fui muito bem recebido. Ao chegar ao prédio, vindo do aeroporto, deparei-me com um gajo que estava a dormir no chão das escadas. O prédio por fora deixava muito a desejar e pus-me logo a pensar em que raio é que o Ramos trabalhava que não lhe dava dinheiro para arranjar uma casa melhor. Mas depois de subir ao 5º ou 6º andar com duas malas de 20kg (quase) entrei noutro mundo: A casa do Ramos (por dentro). Muito melhor do que aparentava por fora. Ao que parece, muitos tugas e outros expatriados vivem em casas do género. Bem, comi churrasco (que é o frango assado deles) e Funge (que é uma espécie de pasta de farinha de mandioca) acompanhada com um molho divinal e peixe (o que comi) ou carne. Não tirei foto mas digo-vos que é mesmo bom. Pelo menos aquele feito pela Leonor...

Aqui deixo mais uma imagem de Luanda.

A entrada na casa do Ramos (com o próprio Ramos à rasca das costas)

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Esta aventura iniciou-se, em concreto, no dia 28 de Janeiro de 2012. Aterrei em Luanda por volta das 18h30 locais. Epa, senti um choque quando sobrevoava a capital, uma vez que só se viam um conjunto de altas torres modernas envolvidas por bairros pobres, com casas amontoadas e como que prontas...para serem acabadas! Infelizmente não tenho fotos desse momento, porque o gajo "tuga" que ia ao meu lado no avião me pediu, a cerca de 10 minutos antes da aterragem, que agarrasse na sua máquina de filmar e me dedicasse a recolher todas as imagens possíveis desse grande momento que seria a sua chegada a Luanda. Pois bem, como tenho por hábito ser atencioso e simpático, foi isso que fiz. Deixei-o satisfeito mas não tenho provas da minha chegada a Luanda. As únicas imagens que tenho desta cidade são as que aqui estão.